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A importância do ômega 3 e 6 no desenvolvimento cognitivo da criança

Um prato colorido com um pedaço de peixe grelhado decorado com microvegetais, servido com uma variedade de legumes, incluindo rabanetes, cenouras, ervilhas e batatas, todos arranjados em um prato azul. Um prato colorido com um pedaço de peixe grelhado decorado com microvegetais, servido com uma variedade de legumes, incluindo rabanetes, cenouras, ervilhas e batatas, todos arranjados em um prato azul.

O desenvolvimento cerebral das crianças é um processo complexo que depende de diversos nutrientes, e entre os mais importantes estão os ácidos graxos essenciais ômega 3 e ômega 6. 
Essas gorduras boas desempenham um papel fundamental na formação das células cerebrais, no funcionamento do sistema nervoso e na capacidade de aprendizado.

O corpo humano não produz quantidades suficientes desses ácidos graxos, por isso é essencial obtê-los por meio da alimentação ou de suplementos adequados. 

 

Por que o ômega 3 e 6 são essenciais para o desenvolvimento cognitivo do seu filho?

Durante a infância, especialmente nos primeiros anos de vida, o cérebro cresce rapidamente e forma conexões neurais que serão a base para o aprendizado, memória e comportamento. 
ômega 3 (especialmente o DHA – ácido docosa-hexaenoico) e o ômega 6 (particularmente o ARA – ácido araquidônico) são componentes estruturais das membranas das células cerebrais. 

Principais funções no desenvolvimento infantil: 

  • Apoiam a formação e manutenção das células nervosas. 
  • Contribuem para a comunicação entre os neurônios. 
  • Estão ligados a melhores resultados de QI e desempenho escolar. 
  • Participam da regulação do humor e comportamento. 

Estudos mostram que crianças amamentadas, cujo leite materno é naturalmente rico em DHA e ARA, apresentam melhor desenvolvimento cognitivo e motor. 

niño niño

Benefícios chave do ômega 3 e 6 para crianças

  • Melhora da função cerebral: auxilia na memória, atenção e raciocínio lógico. 
  • Apoio ao aprendizado escolar: contribui para melhor desempenho em leitura e matemática. 
  • Saúde emocional: pode ajudar a reduzir sintomas de ansiedade, depressão e TDAH. 
  • Saúde cardiovascular: ajuda a manter níveis adequados de colesterol e triglicerídeos. 
  • Desenvolvimento visual: importante para a retina e visão saudável. 
  • Saúde da pele e articulações: mantém a elasticidade e hidratação da pele e auxilia na lubrificação das articulações. 

 

Alimentos ricos em ômega 3 e 6 para incluir na dieta dos seus filhos 

A melhor forma de garantir a ingestão adequada é incluir uma variedade de alimentos ricos nesses nutrientes. 

Peixes e frutos do mar 

  • Definição: fontes animais ricas em DHA e EPA (tipos de ômega 3 de alta biodisponibilidade). 
  • Benefícios: contribuem para o desenvolvimento cerebral e visual, além de proteger o coração. 
  • Exemplos: salmão, sardinha, atum, anchova, bacalhau, arenque. 
  • Quantidade recomendada: 1 a 2 porções por semana para crianças acima de 2 anos. 
  • Dica prática: preparar grelhado, assado ou cozido, evitando frituras. 

 

Óleos vegetais e sementes 

  • Definição: fontes vegetais de ALA (ácido alfa-linolênico, precursor do ômega 3) e ácido linoleico (ômega 6). 
  • Benefícios: ajudam na saúde cardiovascular e na regulação de processos inflamatórios. 
  • Exemplos: óleo de linhaça, óleo de soja, óleo de canola, sementes de chia, linhaça e gergelim. 
  • Quantidade recomendada: 3 a 3,5 ml de óleo por 100 g de preparação, conforme orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria. 
  • Dica prática: adicionar sementes em iogurtes, saladas ou vitaminas. 

 

Oleaginosas e frutas ricas em gorduras boas 

  • Definição: alimentos vegetais ricos em gorduras mono e poli-insaturadas. 
  • Benefícios: fornecem energia, fibras, minerais e vitaminas antioxidantes. 
  • Exemplos: nozes, amêndoas, castanha-do-pará, amendoim, abacate. 
  • Quantidade recomendada: pequenas porções diárias (1 punhado), evitando excesso por serem calóricos. 
  • Dica prática: oferecer como lanche escolar ou misturar em saladas de frutas. 

 

Ovos e vegetais verdes 

  • Definição: fontes complementares de ômega 3 e 6, além de proteínas e micronutrientes. 
  • Benefícios: fortalecem o sistema imunológico e auxiliam no desenvolvimento muscular e ósseo. 
  • Exemplos: ovos cozidos, espinafre, rúcula, alface, acelga. 
  • Quantidade recomendada: 3 a 5 ovos por semana e vegetais verdes diariamente. 
  • Dica prática: incluir ovos no café da manhã e vegetais no almoço e jantar. 

 

Como garantir o consumo adequado de ômega 3 e 6 na infância 

  • Incentive o consumo de peixe desde cedo, adaptando a textura e sabor. 
  • Use óleos vegetais adequados no preparo das refeições. 
  • Inclua sementes e oleaginosas de forma criativa. 
  • Evite excesso de alimentos industrializados ricos em gorduras trans, que prejudicam o aproveitamento dos ômegas. 
  • No caso de crianças que não consomem peixe ou oleaginosas, considere suplementos sob orientação médica. 

Produtos como PediaSure® podem ser aliados, pois oferecem uma combinação equilibrada de nutrientes, incluindo ômega 3 e 6, além de vitaminas e minerais essenciais para o crescimento e desenvolvimento. 

 

Conclusão e chamada para ação 

O ômega 3 e o ômega 6 são nutrientes essenciais para o desenvolvimento cognitivo, emocional e físico das crianças. Garantir a ingestão adequada desde os primeiros anos de vida é um investimento na saúde e no aprendizado futuro. 

Certifique-se de que seus filhos estão recebendo ômega 3 e 6 suficientes para um desenvolvimento intelectual ideal. Revise a dieta deles e inclua mais alimentos ricos nesses nutrientes. Consulte um nutricionista para obter recomendações personalizadas e descubra como o PediaSure® pode ser um aliado nesta fase. 

 

Bibliografía 

  1. Singh M. Essential fatty acids, DHA and human brain. Indian J Pediatr. 2005 Mar;72(3):239-42. Review.  
  2. Gillies D, et al. Polyunsaturated fatty acids (PUFA) for attention deficit hyperactivity disorder (ADHD) in children and adolescents. Cochrane Database System Review,  2012 Jul 11;(7) 
  3. En el crecimiento influyen diversos factores.Para niños de 2 a 10 años. No debe usarse en niños con galactosemia, no para uso parenteral. Exento de gluten. Apto para niños con intolerancia a la lactosa. 1. Alarcón PA et al. Clin Pediatr (Phila). 2003;42(3):209-17. 2. Huynh DT et al.J Hum Nutr Diet. 20015;28(6):623-35. 
  4. https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/23148cf-GPrat_Aliment_Crc_0-5_anos_SITE.pdf

 

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